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História de Valença em Palco

Teatro Contou Vida das Trapicheiras e Contrabandistas

16 de junho de 2018
As estórias do Trapiche, a fronteira, como era a vida de Valença e Tui nos anos 70 e 80, o que são mandranas e apalpadeiras, onde se escondia o contrabando, os produtos emblemáticos do contrabando e tantas outras estórias em palco.
Sábado, 16 de Junho, subiram ao palco dando voz aos seus verdadeiros protagonistas com as “Memórias da Fronteira”, na Escola Superior de Ciências Empresariais.

Reviver Valença dos Anos 70 e 80
    A peça seguiu a linha imaginária entre Portugal e Espanha, o rio Minho e a Alfândega. A vida na raia, nas freguesias ribeirinhas, está carregada de memórias de sobrevivência que duraram até  25 de Junho de 1991. Valença é um manancial tem estórias que fizeram o dia a dia de muitas gerações, com preponderância nos anos 70 e 80 do último século. 

Estórias Verdadeiras em Palco
    Esta peça escreveu-se e encenou-se a partir de várias entrevistas que foram recolhidas antecipadamente, junto de trapicheiras e contrabandistas de Valença  que viveram na primeira pessoa os momentos da fronteira. A interpretação e construção cénica foi feita com a comunidade local.

Viagem no Tempo
    O Contrabando e o Trapiche foram atividades de sobrevivência dos homens e mulheres de Valença, proporcionados pela condição de fronteira. Durante séculos foram a grande fonte de sobrevivência de muitas famílias valencianas ficando para sempre na memória.
    A iniciativa foi do CLDS Valença 3G (Contrato Local de Desenvolvimento Social), com o apoio da Câmara Municipal de Valença. A peça teve dramaturgia e encenação de Rui Alves Leitão.
    Esta foi uma oportunidade única para assistir em palco à história de Valença focada nas memórias do contrabando e trapiche em Valença. 

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