Conteúdo

VALENÇA RELEMBROU A IMPORTÂNCIA DAS TRAPICHEIRAS NA IDENTIDADE LOCAL

26 de janeiro de 2022
Valença recebeu no passado sábado, dia 22, a Conferência "As Trapicheiras e o ganha-pão de cada dia: permanência ou desaparecimento na memória", inserida no ciclo “Estórias do Minho – Narrativas no Feminino de uma Geografia Identitária”.
Numa noite muito fria a população aderiu à iniciativa e o Auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais foi palco de várias exposições sobre este tema.

Ana Paula Xavier, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Valença e Bruno Caldas, Primeiro Secretário da CIM Alto Minho deram as boas-vindas a todos os presentes e às centenas de pessoas que também assistiam à Conferência via internet.

De seguida e com a moderação de Sandra Marinho, Professora Auxiliar Ciências da Comunicação e Jornalismo da Universidade do Minho, Mariana Reis de Castro, Investigadora integrada no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Sara Pinto, Doutorada em História e investigadora do CITCEM da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Diana Gonçalves, Cineasta e autora do documentário “Mulheres da Raia” fizeram as suas intervenções destacando a importância e o papel das mulheres no Trapiche, nomeadamente, em Valença.

No final, a Companhia de Teatro Itinerantenredo realizou uma performance teatral intitulada “Ponte de salvação”.

Esta iniciativa serviu para realçar e refletir sobre as trapicheiras e a sua importância nas dinâmicas com a sociedade e o comércio local desde o século XV até à atualidade, evocando, assim, a memória destas mulheres que se arriscavam numa atividade de fronteira para ganharem o pão de cada dia.

O ciclo de Conferências é promovido pelo Consórcio Minho Inovação, que integra as três Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, Cávado e Ave, no âmbito do projeto âncora “PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho”, cofinanciado pelo Norte 2020.

Adicionar comentário